Lá estava ele. Preso em sua tristeza novamente. Encolhido no canto do quarto, chorava.
Dessa vez a dor era mais forte, ele havia perdido de vez aquela garota. Seus olhos expressavam a tortura pela qual passara nos últimos meses: Sorrisos, olhares, toques, esperança, desilusão, lágrimas.
E agora ele havia a perdido de vez. Não que ela houvesse pertencido a ele algum dia, o amor que tinha nunca foi correspondido, pelo menos não na mesma intensidade.
Soltou um grito de dor ao lembrar de quando a conheceu. De quando viu seu sorriso e sentiu seus lábios pela primeira vez. Suportar aquelas lembranças era quase impossível.
Ele havia a perdido de vez. Não a culpava por não ama-lo. Mas amar aquela menina era a ultima coisa que ele queria também.
Agora, ironicamente, depois de tanto implorar seu amor, quem a afastou de vez foi ele. Acabou condenando a garota pelos seus sentimentos, e deu a ela a pior das sentenças.
Sem um pingo de esperança, ele levou as mãos ensanguentadas até a face gelada da sua amada. A expressão dela era de alivio. Um alivio que, sabia ele, jamais alcançaria. Ele a matou, e assim matou também um parte de si, ou grande parte. Ela era sua vida, e se ela não mais existia, que razão tinha ele pra continuar vivendo?
Então, com tantos sentimentos em sua alma, deixou de dar importância para sensações físicas, nada sentiu quando a lâmina do punhal começou a sangrar seu pulso. Ele agora ansiava a morte.
Sangrou por horas,e antes de dar o ultimo suspiro fitou o corpo da garota ao lado. Tudo terminou como ele sempre quis. Os dois estavam finalmente juntos.
Dessa vez a dor era mais forte, ele havia perdido de vez aquela garota. Seus olhos expressavam a tortura pela qual passara nos últimos meses: Sorrisos, olhares, toques, esperança, desilusão, lágrimas.
E agora ele havia a perdido de vez. Não que ela houvesse pertencido a ele algum dia, o amor que tinha nunca foi correspondido, pelo menos não na mesma intensidade.
Soltou um grito de dor ao lembrar de quando a conheceu. De quando viu seu sorriso e sentiu seus lábios pela primeira vez. Suportar aquelas lembranças era quase impossível.
Ele havia a perdido de vez. Não a culpava por não ama-lo. Mas amar aquela menina era a ultima coisa que ele queria também.
Agora, ironicamente, depois de tanto implorar seu amor, quem a afastou de vez foi ele. Acabou condenando a garota pelos seus sentimentos, e deu a ela a pior das sentenças.
Sem um pingo de esperança, ele levou as mãos ensanguentadas até a face gelada da sua amada. A expressão dela era de alivio. Um alivio que, sabia ele, jamais alcançaria. Ele a matou, e assim matou também um parte de si, ou grande parte. Ela era sua vida, e se ela não mais existia, que razão tinha ele pra continuar vivendo?
Então, com tantos sentimentos em sua alma, deixou de dar importância para sensações físicas, nada sentiu quando a lâmina do punhal começou a sangrar seu pulso. Ele agora ansiava a morte.
Sangrou por horas,e antes de dar o ultimo suspiro fitou o corpo da garota ao lado. Tudo terminou como ele sempre quis. Os dois estavam finalmente juntos.